Politicas de acolhimento para sem tetos

Politicas de acolhimento para sem tetos

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Cuidar dos habitantes menos favorecidos é uma tarefa delegada ao estado, mas também à ONGs e cidadãos engajado na construção de um mundo menos desigual, não importando qual a motivação que as move: solidariedade ou princípios religiosos, a população portuguesa busca em seu geral, conseguir alcançar um melhor patamar de vida para todos, inclusive aqueles menos afortunados pelas várias voltas que a vida dá. Inumeráveis programas de cuidado aos cidadãos em situação de rua estão espalhados por todo país.

Na capital Lisboa, há um exemplo que serve para o mundo seguir no qual uma associação particular que ajuda na reintegração social de moradores em situação de rua. Uma das ações elaboradas pelo órgão não governamental é a criação de um fundo e através deste fundo alugam-se residências em lisboa ou qualquer outro lugar do país, cedendo moradia a pessoas que estão em situação crônica de rua ou que fazem uso abusivo de drogas.

A diferença deste programa para outros está no facto que não há obrigatoriedade em permanecer na residência, as pessoas acolhidas pelo programa têm total liberdade para deixar a casa, mudarem-se para outro endereço ou cidade, através de contato com associações locais ou sedes da mesma organização espalhadas pelo país.

O caso citado acima é apenas um exemplo dos vários espalhados pelo país através de programas elaborados pelo governo e por entidades sociais, que visam diminuir o sofrimento ou de pessoas que vivem em condições de rua, com graves problemas psicológicos ou histórico de abuso de drogas.

Uma parceria que atraiu estado e instituições privadas, pois traz benefícios para ambas as partes, enquanto as instituições privadas recebem isenções de pagamentos de taxas por contribuírem com trabalho social, o governo é aliviado no desempenho de seu papel em proporcionar bem-estar aos cidadãos em condições de rua e dependentes químicos.

Não sobrecarregar o estado e envolver outras esferas da sociedade na missão de levar cuidados a pessoas em situações sociais fragilizadas, faz com que os integrantes dessas comissões de moradia e seguridade social, se sintam parte ativa no tecido social, além conceber aos mesmos a oportunidade de quebrar a parede construída pela indiferença, que surgiu com o ritmo frenéticos das grandes cidades mundiais, e reavivar o sentido de humanidade tanto em quem é ajudado e também em quem ajuda.

Se você também se sentiu empolgado em realmente poder fazer algo de concreto pela nossa sociedade, procure uma organização não governamental ou instituição pública para conhecer mais sobre os programas sociais desenvolvidos nestes locais, bem como oferecer a sua contribuição na parte deste importante trabalho. Seja numa ONG, instituição religiosa ou pública, por vários depoimentos recolhidos, pode-se constatar que ajudar faz bem, em partes iguais aos dois lados, porque a principal troca não são de coisas materiais, mas de experiências de vida, das possibilidades de poder ter contato com um mundo diferente, porém se por motivos de tempo e do nosso cotidiano agitado não for possível, você pode contribuir por outros meios em instituições de sua confiança.

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