Deixando os velhos casinos no passado

Deixando os velhos casinos no passado

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Antes de se espalhar pelo mundo como uma indústria legalizada que contribui com o estado através dos seus impostos, os casinos eram vistos com olhares tortos por uma grande parte da população de muitos países, por ser considerada uma prática imoral ou que não era de acordo os costumes de algumas décadas atrás, porém, com a evolução e a legalização e a criação de um código de conduta para todas as empresas que desejam explorar o mercado de jogos, essa situação vem a mudar.

Durante a primeira metade do século XX muitos casinos operaram de maneira quase sempre ilegal, e muitas vezes abrigavam outras práticas ilícitas além das mesas de jogos. Muito deste imaginário criado sobre os casinos provêm de filmes ‘noir’, nos quais chefes de gangues protagonizaram como donos de casinos e casas de aposta, outro fator que contribuiu para isso, foi a falta de regulamentação das apostas.

Nos atuais algumas grandes casas determinam um valor para apostas para cada jogador, baseado nas suas rendas, então a imagem do casino como local onde as pessoas se dirigiam e perdiam milhões ou toda suas propriedades tornaram-se obsoleta. Ainda se perdem muitos milhões nas mesas de jogos, mas convenhamos que não é nenhuma pessoa que dispõem de tal soma para perder em mesas de jogos.

Mesmo a figura do pequeno apostador viciado em jogos não é mais a mesma, pois, muitos casinos já contam com um equipa que rastreia possíveis pessoas viciadas em jogos e os orientam a procurar ajuda psicológica antes de continuar as suas apostas.

Outras empresas desenvolvem projetos nas comunidades ao seu redor ou patrocinam ONGs que ajudam sem-tetos, famílias pobres, pessoas com problemas com vícios em jogos ou substâncias químicas ou mesmo projetos que visam levar educação a crianças pobres.

Logo nota-se que a boémia figura do casino aceso à noite envolto em névoa, não passa, atualmente, de uma reminiscência nostálgica de um tempo passado, pois, esses casinos evoluíram e querem não apenas levar entretenimento adulto a quem pode jogar, mas também querem ter um papel ativo nas sociedades em que convivem, além de levar empregos as áreas onde se instalam, levam projetos que visam melhorar a vida do seu quadro de funcionário e da comunidade em torno do casino.

Entre a maior parte da empresa de aposta criou-se uma forte cultura de ética e respeito a seus apostadores e a sociedade, em geral, estando milhas distante das instituições das quais nasceram, tornaram-se gigantes económicas com propósitos bem maiores do que prover jogos. Querem deixar uma marca positiva numa sociedade cada vez mais exigente com o papel social que as empresas, de todos os ramos, exercem nas suas comunidades.

Um bom sinal dos tempos para um mundo que se prepara para se integrar cada vez mais e não quer que exista mais espaços para injustiças ou uma ética duvidosa. Uma ótima nova para um século que se inicia e espera levar a todos além de diversão, uma possibilidade real de melhora na qualidade de vida para as nossas gerações futuras.

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