A ética por detrás das mesas e sites de aposta

A ética por detrás das mesas e sites de aposta

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Um tema que continua gerando muita polémica em vários locais do planeta e gera muitas discussões apaixonadas são os preceitos morais e éticos que na indústria de apostas e jogos.

Enquanto muitos conservadores ainda acham moralmente errado apostar ou tentar a sorte em casinos ou sítios ‘web’ de apostas, outros já relativizam esse ponto de vista ou mesmo o negam completamente, pois, se formos analisar a questão a fundo, os casinos podem ser uma grande fonte de renda para muitos governos, gerando grandes divisas para cidades e países que abrigam as empresas de jogos.

Alguns exemplos bem sucedidos de cidades que resolveram manter ou se abrir a casas de jogos ou regulamentar aposta ‘online’ são: Mónaco, Uruguai, Hong Kong, Macau e tantas outras espalhadas pelo mundo, são exemplos de como atrair divisas e turismo.

Apesar de serem vistas com desconfiança por muitas pessoas ou serem julgadas como instituições não confiáveis, as empresas de jogos ‘online’ ou física, devem seguir regras e preceitos que são estabelecidos tanto como um regulamento interno, quanto por leis governamentais. Ou seja, elas devem estabelecer limites para apostas em certos tipos de jogos, para não haver grandes perdas tanto para apostadores quanto para a casa.

Mesmo governos fazem usos de jogos para acumular capital, é o exemplo das casas de loterias, que mais do que qualquer outra prática, são jogos de apostas, com a diferença que não carregam o mesmo estigma de casinos e casas de apostas, sendo geridas pelo próprio governo, que incentiva o cidadão comum a testar sua sorte em um bilhete que pode mudar a sua vida. Então o que difere um casino, das loterias? Porque apenas uma dessas instituições carregam o estigma dos “jogos de azar”?

Todos os casinos e casas de apostas pagam os seus tributos aos respectivos governos, como qualquer outra empresa faz, e entre muitas dessas empresas, além de zelar pela sua contribuição fiscal, possuem ações voltadas para educação e desenvolvimento humano e ajuda humanitária, investindo parte dos lucros obtidos nos jogos em ONGs, planos educacionais, saúde, etc.

Sendo assim as empresas de apostas possuem funções iguais a quaisquer outras instituições privadas ou públicas. Talvez seja o momento para uma reflexão do grande público sobre os preconceitos com quais muitas vezes enxergamos essas empresas, baseados em imagens datadas de quando os meios de apostas viviam nas sombras da boémia e da ilegalidade do estado, muitas vezes acobertando outras práticas ilegais, mas nos dias atuais com a legalização e ‘judiciarização’ dos casinos, é hora de pararmos de olhar com os antigos olhos moralistas e passar a ver o que se passa por detrás dos baralhos e das mesas de apostas, e ver a evolução dessa prática como uma forma de entretenimento adulta, que é regulamentada e pautada em um código de ética pré-estabelecido.

Com tantas questões mais importantes e essenciais como o combate à pobreza, ajuda humanitária e investimento em educação, é tempo de deixarmos velhos arcaísmos morais, principalmente quando estes não têm mais razões de serem em um mundo que já resolveu essa questão.

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